Apóstola dos Apóstolos

O Evangelho chama a atenção, alertando que a fé na ressurreição é o ponto de partida das comunidades cristãs e é nosso ponto de partida também. Temos, nos quatro Evangelhos Maria Madalena como a primeira a proclamar o principal dogma de nossa fé.

— Simone Furqum Guimarães (Cebi/Planalto Central)

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Ressuscitado com chagas

O relato pascal deste domingo é chave para entender o sentido de todas as aparições do Ressuscitado aos seus amigos e amigas. Ele não tem a intenção de nos querer dizer o que “aconteceu”, mas transmitir-nos uma vivência, uma experiência.

— Pe. Adroaldo Palaoro, SJ

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Fé na ressurreição

As discípulas de Jesus: Maria Madalena, Joana e Maria, mãe de Tiago levaram aromas e perfumes para embalsamar o corpo de Jesus no primeiro dia da semana; mas o corpo não estava lá no sepulcro.

— Simone Furqum Guimarães (Cebi/Planalto Central)

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O que o “Sábado Santo” nos ensina?

É Sábado e Jerusalém voltou à sua normalidade: nada mudou, ao menos aparentemente, na história. Silêncio gélido, desconcerto, frustração e indiferença cobrem a cidade santa como um manto de densa neblina.
Como seguidores(as) de Jesus vivemos nossos adventos, natais, quaresmas, páscoas e pentecostes; vivemos nossas sextas-feiras; é preciso aprender a viver o incômodo silêncio dos sábados santos.

— Pe. Adroaldo Palaoro, SJ

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Sua Cruz não era um “peso morto”

Jesus, o Justo e Santo, foi Aquele que não ficou indiferente diante da fome, da doença, da violência e da morte... Seu modo de ser, suas opções, sua liberdade diante da lei, da religião, do templo, seus encontros escandalosos com os pobres e excluídos..., desestabilizou tudo, pôs em crise as instituições e as pessoas encarregadas da religião.

— Pe. Adroaldo Palaoro, SJ

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Lava-pés: gesto-ensinamento-missão

No gesto do Lava-pés, Jesus, antes de sua Paixão e com sua original sabedoria, nos oferece uma outra perspectiva de vida. Sem dúvida alguma, Jesus como Mestre era um provocador, no sentido etimológico da palavra, (pro-vocar: chamar para frente, desinstalar), que motivava as pessoas a verem as coisas a partir de uma perspectiva diferente daquela que era habitual.

— Pe. Adroaldo Palaoro, SJ

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A Eucaristia “faz a comunidade”

Mais uma vez a liturgia nos convida a “fazer memória” desta Ceia tão especial. Jesus havia transitado por muitas refeições, participado de muitas mesas (especialmente com os pobres e pecadores) e agora Ele nos deixa uma “mesa” como “marca” dos seus seguidores. Mesa da partilha e da inclusão, mesa da festa e da comunhão.

— Pe. Adroaldo Palaoro, SJ

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