O retorno à morada interna
É preciso aceitar viver à busca de Deus. A Ele é que se deve buscar. Por iniciativa, Ele busca a todos, vai ao encontro de cada um. Ninguém fica de fora.
— Pe. Adroaldo Palaoro, SJ
É preciso aceitar viver à busca de Deus. A Ele é que se deve buscar. Por iniciativa, Ele busca a todos, vai ao encontro de cada um. Ninguém fica de fora.
— Pe. Adroaldo Palaoro, SJ
Um sábado qualquer se transformou
em um Dia de Ação de Graças.
Logo de manhã, entreguei-me
às brincadeiras com o neto
e o gatinho Zubi para a alegria de todos.
— Joana Eleuthério
João, não é o Cristo; João é somente o enviado dele, aquele que se alegra com a chegada de Jesus, representado como o esposo. Esta é a simbologia do povo de Israel para ilustrar a união entre Deus e seu povo. Deus é o esposo, o povo de Israel é a noiva. João Batista é o amigo do noivo, se alegra com a sua chegada. João, conforme a profecia, anuncia a chegada do noivo, do Messias, do Cristo.
— Simone Furqum Guimarães (Cebi/Planalto Central)
A festa do batismo de Jesus, portanto, é uma ocasião especial para retomar nosso batismo, um convite permanente a relançar-nos em Sua aventura, a deixar-nos invadir pelo Seu Espírito, a comprometer-nos com Seu Reino. Na vivência cristã, nosso maior risco é o esquecimento de Jesus e o descuido de seu Espírito.
— Pe. Adroaldo Palaoro, SJ
Depois de alimentar a multidão faminta,
inúmeras ovelhas sem pastor,
Jesus precisava descansar antes
da outra atividade junto aos discípulos,
em Betsaida na manhã seguinte.
Mandou que os discípulos entrassem na barca
e atravessassem o lago naquela direção.
— Joana Eleuthério
João, o Batista, anuncia o Messias que vai libertar o povo. Ele prepara o caminho para a chegada do Messias. Em nenhum momento João se coloca como centro. Com muita humildade ele diz: “não sou digno de desatar a correia de suas sandálias”.
— Simone Furqum Guimarães (Cebi/DF)
Precisamos confiar, lutar, trabalhar, perseverar no Espírito para que um dia a paz de Deus triunfe.
— Simone Furqum Guimarães (Cebi/DF)
A Epifania nos destrava e nos coloca a caminho, seguindo as pegadas dos Magos, fazendo opções, usando desvios, lançando-nos pessoalmente a ações concretas..., movidos pela experiência de encontro com a Vida, no despojamento de uma Gruta.
— Pe. Adroaldo Palaoro, SJ
O encontro, que nos faz sair de nós mesmos, nasce da compaixão e nos leva a reconhecer no outro uma dignidade e uma capacidade criativa para superar toda divisão e conflito
— Pe. Adroaldo Palaoro, SJ
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Jesus, no cotidiano familiar, nos revela que Ele é o homem das “grandes sínteses”: entre o particular e o universal, entre o Deus da intimidade e os irmãos da convivialidade, entre os momentos de cuidado de si e as ocasiões de solidariedade, entre sua interioridade e sua abertura a todos sem restrição, entre ação e contemplação...
— Pe. Adroaldo Palaoro, SJ
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