Talentos: nosso “ser essencial”
A parábola dos talentos é muito mais um protesto contra uma estrutura social e religiosa centrada na cultura do prêmio/castigo, inclusão/exclusão, competente/incompetente...
— Pe. Adroaldo Palaoro, SJ
A parábola dos talentos é muito mais um protesto contra uma estrutura social e religiosa centrada na cultura do prêmio/castigo, inclusão/exclusão, competente/incompetente...
— Pe. Adroaldo Palaoro, SJ
Meu coração sempre desejou um grande amor.
Tinha sim, tantos amores,
Minha vida tinha entrega,
Tinha doação;
Mas foi na Oração,
Que encontrei o Caminho
Para a Morada do Amor.
— Cléria d'Almeida Córdova
Jesus critica a lógica do sistema que prega que para ser feliz, realizado, a pessoa tem de “ter” os bens materiais. Prega o “deus mercado”. O mercado tem até sentimento. Quantas vezes ouvimos nos noticiários que “o mercado está nervoso”. Quem é esse mercado? “Não podeis servir a Deus e ao Dinheiro”.
— Simone Furqum Guimarães (Cebi/DF)
Nós somos, ao mesmo tempo, a lâmpada, o azeite e a luz. Ninguém pode nos emprestá-los, porque é nossa própria vida. Toda vida se move a partir de dentro.
Dentro de nós devemos descobrir a luz que iluminará nossos passos; essa chama, se é autêntica, não pode se ocultar, pois iluminará também a todos os outros. Uma luz que acende outras luzes.
— Pe. Adroaldo Palaoro, SJ
Reflexões a partir das encíclicas Laudato si’ e Fratelli tutti
— Luiz Fernando Krieger Merico
O Retiro do Advento é um momento de oração pessoal ou em grupo, que prepara você para viver a graça do Natal, acolhendo a vontade de Deus!
Para a fé cristã, a morte é passo para a comunhão plena. Último passo. Por isso, não pode ser escondida; antes, preparada. A fé revela-nos a morte como momento em que a pessoa se abre para dimensões nunca antes imaginadas.
— Pe. Adroaldo Palaoro, SJ
A partilha da comida é muito significativa na caminhada de ensino para Jesus, pois significa a comensalidade. Comensalidade é a partilha e fraternidade, solidariedade. Comer do mesmo pão. Isto é comunhão.
— Simone Furqum Guimarães (Cebi/DF)
Numa cultura de morte e de violência como a nossa, as Santas e os Santos são os anônimos que arriscam suas vidas na defesa daqueles que não tem voz, agindo como samaritanos em favor da vida. Sua presença faz toda a diferença. Santa diferença!
— Pe. Adroaldo Palaoro, SJ