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IGNATIANA é um blog de produção coletiva, iniciado em 2018. Chama-se IGNATIANA (inaciana) porque buscamos na espiritualidade de Inácio de Loyola uma inspiração e um modo cristão de se fazer presente nesse mundo vasto e complicado.

Sua Cruz não era um “peso morto”

Jesus, o Justo e Santo, foi Aquele que não ficou indiferente diante da fome, da doença, da violência e da morte... Seu modo de ser, suas opções, sua liberdade diante da lei, da religião, do templo, seus encontros escandalosos com os pobres e excluídos..., desestabilizou tudo, pôs em crise as instituições e as pessoas encarregadas da religião.

— Pe. Adroaldo Palaoro, SJ

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Lava-pés: gesto-ensinamento-missão

No gesto do Lava-pés, Jesus, antes de sua Paixão e com sua original sabedoria, nos oferece uma outra perspectiva de vida. Sem dúvida alguma, Jesus como Mestre era um provocador, no sentido etimológico da palavra, (pro-vocar: chamar para frente, desinstalar), que motivava as pessoas a verem as coisas a partir de uma perspectiva diferente daquela que era habitual.

— Pe. Adroaldo Palaoro, SJ

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A Eucaristia “faz a comunidade”

Mais uma vez a liturgia nos convida a “fazer memória” desta Ceia tão especial. Jesus havia transitado por muitas refeições, participado de muitas mesas (especialmente com os pobres e pecadores) e agora Ele nos deixa uma “mesa” como “marca” dos seus seguidores. Mesa da partilha e da inclusão, mesa da festa e da comunhão.

— Pe. Adroaldo Palaoro, SJ

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Sinais

O Evangelho informa que as autoridades judaicas conspiravam para matar Jesus porque ele estava realizando muitos sinais. O último sinal que desencadeou a ira dessas autoridades foi a recente ressurreição de Lázaro.

— Simone Furqum Guimarães (Cebi/Planalto Central)

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O Messias

No tempo de Jesus havia muitas expectativas messiânicas. Os saduceus sonhavam com a possibilidade de restaurar a monarquia davídica. Os zelotas, esperavam um messias como o rei Davi guerreiro. Os batistas esperavam um Messias como um juiz severo. E o povo pobre e excluído esperava um libertador (Lc 24,21).

— Simone Furqum Guimarães (Cebi/Planalto Central)

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Curso sobre o Livro dos Salmos

Situar o Saltério (livro dos Salmos) enquanto literatura bíblica em seu contexto no âmbito da cultura judaica e do cristianismo. Aprofundando aspectos culturais e cultuais presentes na poesia e na lírica religiosa, sempre partindo da realidade dos que celebraram sua esperança, dores e sofrimentos, utopias em torno da fidelidade a Deus e, da vivência da fé, tanto na dimensão pessoal quanto na comunitária. Trazer essa percepção para os dias de hoje em que nós – fieis e desejosos de fazer e viver a vontade de Jesus - possamos expressar igualmente nossa caminhada por meio da salmodia.

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