Grandeza e força da sensibilidade
Uma sensibilidade cristificada não se mantém quieta diante da dor e da desgraça do outro.
— Pe. Adroaldo Palaoro, SJ
Uma sensibilidade cristificada não se mantém quieta diante da dor e da desgraça do outro.
— Pe. Adroaldo Palaoro, SJ
Seguir Jesus significa aceitar ser seguido por Ele em seu próprio ambiente, seu espaço mais pessoal e cotidiano.
— Pe. Adroaldo Palaoro, SJ
Leia mais O chamado que nos faz retornar à nossa morada interior
No quinto domingo da Quaresma, a liturgia nos convida a "entrar no fluxo da misericórdia divina", para sermos presenças misericordiosas.
Diante da cultura da indiferença, do ódio, do preconceito, do julgamento... é preciso alimentar a "faísca" da misericórdia presente em nosso interior.
— Pe. Adroaldo, SJ
No dia seguinte ao que o mundo tremeu de medo diante de um futuro que se descrevia como sombrio e ameaçador, uma mulher tomou a palavra com fé e coragem. Falou em nome de Deus, movida pelo Espírito de Deus.
— Maria Clara Bingemer
A culpa que é impulso à conversão (metanoia) leva à mudança de mentalidade e ao arrependimento que mobiliza à reparação e à justiça, isto é, leva para a reconciliação consigo mesmo, com os demais e até com a Casa Comum.
— João Melo
Leia mais Misteriosamente me sinto culpado: impulso à conversão ou treta do inimigo?
Os Sacramentos, e a celebração eucarística de maneira especial, são os sinais do amor de Deus, os caminhos privilegiados para nos encontrarmos com Ele.
— Papa Francisco
O tempo litúrgico da Quaresma é um tempo privilegiado para nos deixar ensinar pele Mestre da Galileia; somos alunos(as) da escola da vida, centrados no ensinamento e na mensagem de vida de Jesus.
— Pe. Adroaldo Palaoro, SJ
Lucas, o poeta da misericórdia, soube pintar com palavras a parábola de Jesus que tanto nos comove.
Por que a parábola do “Pai Misericordioso” nos comove e provoca tanta ressonância em nosso interior?
Evidentemente, a parábola fala dos nossos anseios mais profundos: de retornar de terras estranhas para nosso lar, de sair da insignificância para encontrar nossa essência, de deixar a morte para trás e voltar à vida.
— Pe. Adroaldo Palaoro, SJ
“Encontrei a minha ovelha que estava perdida.”“Encontrei a moeda que tinha perdido.”“Este teu irmão estava perdido, e foi encontrado.” As três parábolas deste domingo, relatadas por Lucas, condensam toda a história de nossa salvação. Elas contêm a quinta-essência do Evangelho do Reino do Pai, proclamado por Jesus, ou seja, a história do amor de Deus…
Sede misericordiosos como vosso Pai é misericordioso. Lc 6,36-38 «A divina compaixão é assim: incondicional, assimétrica, unilateral. No centro do Evangelho, uma parábola, um homem. E o sonho de um mundo novo, que estende as suas asas aos primeiros três gestos do bom samaritano: viu, teve compaixão, fez-se próximo.» Ermes Ronchi Rezando a bela parábola…