A despedida com rosto de ternura
Tomar o pão e o vinho da Eucaristia é fazer memória de uma presença que nos compromete.
[Terça-feira da Semana Santa]
— Pe. Adroaldo Palaoro, SJ
Tomar o pão e o vinho da Eucaristia é fazer memória de uma presença que nos compromete.
[Terça-feira da Semana Santa]
— Pe. Adroaldo Palaoro, SJ
As comunidades cristãs devem recordar que não são um lugar religioso onde se vive da Lei, mas um lar onde se aprende a viver de maneira nova em torno a Jesus.
[Segunda-feira da Semana Santa]
— Pe. Adroaldo Palaoro, SJ
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A leitura do Evangelho hoje é Jo 11,45-56. O Evangelho informa que as autoridades judaicas conspiravam para matar Jesus porque ele estava realizando muitos sinais. O último sinal que desencadeou a ira dessas autoridades foi a recente ressurreição de Lázaro.
— Simone Furquim Guimarães
Nas celebrações da Semana Santa, muitas vezes corremos o risco de nos deter no secundário e esquecer o essencial. E o mais essencial é que as diversas celebrações nos aproximem e nos façam crescer na identificação com o protagonista principal: Jesus de Nazaré.
— Pe. Adroaldo Palaoro, SJ
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A leitura do Evangelho hoje é Jo 7,40-53. Houve uma divisão entre os judeus por causa da expectativa messiânica em torno de Jesus. Uns diziam: “Ele é o Messias”. Outros diziam que ele era Profeta.
— Simone Furquim Guimarães
Seguir Jesus é entrar na esfera do divino, é deixar-nos conduzir pelo Espírito. Nossa vida só se reveste de pleno sentido quando se põe a serviço da Vida maior.
— Pe. Adroaldo Palaoro, SJ
A leitura do Evangelho hoje é Lc 18,9-14. O evangelista informa que por meio de um ensinamento (parábola), Jesus criticou o comportamento dos fariseus, pois eles se consideravam justos diante de Deus e desprezavam aqueles que não seguiam as doutrinas judaicas.
— Simone Furquim Guimarães
Com suas palavras e ações, Jesus colocou em questão as verdades mais profundas de Nicodemos, aquelas certezas que o haviam configurado, aqueles pilares sobre os quais havia assentado, até então, sua vida e seu ensinamento da Lei.
— Pe. Adroaldo Palaoro, SJ
O simbólico ataque frontal ao Templo foi determinante para Jesus ser considerado como um subversivo e um blasfemo pelo sistema religioso e político de seu tempo.
— Pe. Adroaldo Palaoro, SJ
A Transfiguração não é algo externo, uma mudança de disfarces como no carnaval, mas é um abrir-se à realidade cotidiana e cair na conta de que a vida e a história estão cheias de sentido, de vida.
— Pe. Adroaldo Palaoro, SJ