Coração compassivo, mãos oblativas
Jesus declara o valor absoluto da pessoa humana como portadora de valores que ninguém poderá atingir.
— Pe. Adroaldo Palaoro, SJ
Jesus declara o valor absoluto da pessoa humana como portadora de valores que ninguém poderá atingir.
— Pe. Adroaldo Palaoro, SJ
Também hoje, as palavras de Jesus continuam nos provocando, nos chamando, des-velando nossas incoerências e contradições internas.
— Pe. Adroaldo Palaoro, SJ
No evangelho de Mateus os pequeninos são os empobrecidos, os que choram, os fracos, os humildes e os famintos de justiça.
— Simone Furquim Guimarães
A Assunção de Maria é considerada, também, como antecipação da nossa ressurreição, que seremos ressuscitados em Cristo. Portanto, a glória de Maria não a separa de nós, mas se une mais intimamente a nós.
— Pe. Adroaldo Palaoro, SJ
Somos pão quando alimentamos o outro na esperança, no perdão, na acolhida, na compaixão, no compromisso... Sim, podemos multiplicar o pão da festa, da alegria, o pão da justiça, o pão da ajuda fraterna...
— Pe. Adroaldo Palaoro, SJ
À luz de João Batista e de Jesus Cristo, que a profecia nunca se cale e que possamos gritar e denunciar todas as injustiças provocadas pelos poderes dominantes e opressores!
— Simone Furquim Guimarães
“Ser pão para os demais” significa esvaziamento das fomes egóicas para despertar fomes humanizadoras: pão da comunhão, da festa, do encontro.
— Pe. Adroaldo Palaoro, SJ
Na parábola sobre o joio e o trigo, Jesus ensina que eles devem viver e crescer juntos até o tempo da colheita. Na colheita, primeiro será colhido o joio, depois o trigo e este será recolhido no celeiro.
— Simone Furquim Guimarães
A partilha dos alimentos é uma das mais sólidas e atrativas mensagens evangélicas. Certamente, nós cristãos, devemos atender ao que Jesus prega quando nos revela que Deus é nosso Pai e fonte de misericórdia; mas, é preciso também nos deixar inspirar pelos seus atos quando dá de comer aos famintos, atos que dão suficiente fundamentação à sua pregação.
— Pe. Adroaldo Palaoro, SJ
Jesus sentia os cansaços e as pressões, mas, ao mesmo tempo, sabia fazer “paradas” para recuperar as forças, para retomar o contato com o sentido de sua vida e de sua missão, para ser Ele mesmo.
— Pe. Adroaldo Palaoro, SJ