O poder do serviço — Jo 7,40-53
O Reino de Deus começa a acontecer quando, como comunidade, assumimos nossa responsabilidade e nos comprometemos com a justiça, com a solidariedade e com a vida.
— Simone Furquim Guimarães
O Reino de Deus começa a acontecer quando, como comunidade, assumimos nossa responsabilidade e nos comprometemos com a justiça, com a solidariedade e com a vida.
— Simone Furquim Guimarães
A verdadeira vida consiste em ouvir a Voz do Enviado pelo Pai para dar a vida ao mundo; o importante não é o maravilhoso, mas mostrar e compreender que Jesus tem a autoridade de dar a Vida.
— Pe. Adroaldo Palaoro, SJ
O Evangelho nos recorda que Deus não é propriedade de um grupo, de uma nação ou de uma religião. Deus é misericórdia e sua graça se estende a toda a humanidade.
— Simone Furquim Guimarães
A Quaresma pode ser o ponto de partida de uma transformação profunda de vida; os quarenta dias de duração são um tempo propício para viver a “operação saída”, ou seja, expandir a vida em novas direções, rompendo com aquilo que é rotineiro, estreito e atrofiante.
— Pe. Adroaldo Palaoro, SJ
No relato de João, Jesus apresenta-se, ao mesmo tempo, como sede e como água. À samaritana, a quem pede de beber, Jesus se revela como Água Viva, a única capaz de saciar todas as sedes. E, quando sede e água se encontram, acontece a salvação.
— Pe. Adroaldo Palaoro, SJ
O coração do Pai: um coração que não exclui, não segrega, não contabiliza méritos, mas celebra cada filho e filha que volta para casa.
— Simone Furquim Guimarães
O Evangelho de hoje não é ingênuo. Ele é exigente. Mas é também profundamente libertador. Porque somente o amor é capaz de gerar a paz que todos desejamos.
— Simone Furquim Guimarães
A humanidade de Jesus deixa transparecer a proximidade de Deus. O Pai se revela presente na humanidade de Jesus. Por isso, seu rosto era luminoso como o sol.
— Pe. Adroaldo Palaoro, SJ
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O tempo quaresmal nos sacode e nos desnuda, porque desmascara nossas falsas seguranças, centradas na riqueza, no poder, na vaidade.
— Pe. Adroaldo Palaoro, SJ
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É a compaixão o princípio que deve inspirar a conduta humana. Ela não é, para Jesus, uma virtude a mais, mas a única maneira de se assemelhar a Deus, o único modo de olhar o mundo como Deus o olha, a única maneira de sentir as pessoas como Deus as sente, a única forma de reagir diante do ser humano como Deus reage.
— Pe. Adroaldo Palaoro, SJ