Finados: até que a morte nos una
O espaço e tempo de silêncio do dia “2 de novembro” não é de morte, senão de vida germinal, é noite que aponta para aurora…
— Pe. Adroaldo Palaoro, SJ
O espaço e tempo de silêncio do dia “2 de novembro” não é de morte, senão de vida germinal, é noite que aponta para aurora…
— Pe. Adroaldo Palaoro, SJ
Ser santo, santa é ser humano por excelência, é ter a audácia de reinventar o humano…
— Pe. Adroaldo Palaoro, SJ
Deus é amor e n’Ele vivemos o amor: esta expressão evoca um movimento circular, uma dança inclusiva, onde os outros, a realidade divina e nossa realidade humana se sincronizam para gerar um vínculo indestrutível.
— Pe. Adroaldo Palaoro, SJ
Quem é o “senhor” que move o meu coração? O “dinheiro” ou o Deus verdadeiro?
— Pe. Adroaldo Palaoro, SJ
O Deus que Jesus revela é Aquele que desce das alturas, entra nas casas, toma assento junto à mesa, come com as pessoas, serve-lhes o pão.
— Pe. Adroaldo Palaoro, SJ
A Vinha inteira é um imenso altar, no qual podemos contemplar a presença do Criador.
— Pe. Adroaldo Palaoro, SJ
Jesus sempre se revela como uma presença surpreendente, pois nos move a todos a vermos a realidade a partir de uma perspectiva diferente da que é habitual.
— Pe. Adroaldo Palaoro, SJ
O Deus que Jesus revela é Aquele que dá a salvação a todos gratuitamente.
— Pe. Adroaldo Palaoro, SJ
Perdoar é ir além do princípio de retaliação. Por isso é uma atitude atrevida e ousada.
— Pe. Adroaldo Palaoro, SJ
Onde não há amor, onde não nos deixamos amar, já deixamos de pertencer à mesma comunidade cristã.
— Pe. Adroaldo Palaoro, SJ