Olhares que destravam vidas
O evangelho deste domingo nos situa diante do olhar arrebatador e transformador de Jesus.
O sujeito do primeiro verbo é Jesus: “viu um homem chamado Mateus”.
— Pe. Adroaldo Palaoro, SJ
O evangelho deste domingo nos situa diante do olhar arrebatador e transformador de Jesus.
O sujeito do primeiro verbo é Jesus: “viu um homem chamado Mateus”.
— Pe. Adroaldo Palaoro, SJ
Com a afirmação “eu sou o pão vivo que desceu do céu”, Jesus manifesta o sentido de sua Encarnação. Ele não usa como sinal o legado poderoso, os atributos régios, os resplendores, as armas, os tronos, as vestes nobres: usa como sinal o pão, ou seja, vida que se desfaz em favor dos outros. Vida expansiva para que outros vivam.
— Pe. Adroaldo Palaoro, SJ
Com a festa da Santíssima Trindade chegamos ao cume do tempo litúrgico pascal. A revelação nos diz que nosso Deus não é solidão, mas comunhão de Pessoas: Pai-Filho-Espírito Santo.
A Trindade não é um problema numérico (três em um), mas um mistério de amor, de salvação e de vida.
Deus-Trindade é, portanto, a relacionalidade por excelência; total relacionalidade de cada uma das pessoas divinas com respeito às outras, de tal forma que se implicam e incluem reciprocamente sempre e em cada momento, sem que uma seja a outra.
— Pe. Adroaldo Palaoro, SJ
O Espírito do Ressuscitado é o gerador de novos equilíbrios, rompedor de todos os medos; por isso, Ele se revela sempre desconcertante, surpreendente, interpelante. Mas é assim que o Espírito Santo nos abre a uma nova sabedoria, a um novo entendimento, a uma nova gestualidade, a uma nova vida.
— Pe. Adroaldo Palaoro, SJ
Assim é a comunidade cristã. A força do Ressuscitado a sustenta com seu Espírito. Tudo está orientado a aprender e ensinar a viver como Jesus e a partir de Jesus.
— Pe. Adroaldo Palaoro, SJ
Jesus está se despedindo de seus discípulos; Ele os vê tristes e abatidos, pois, logo não o terão presente entre eles.
— Pe. Adroaldo Palaoro, SJ
A conversação de Jesus com os discípulos no evangelho deste domingo faz parte do chamado “discurso de despedida”, antes de sua morte. Quando ela acontece, o clima entre os discípulos era de máxima tensão e de espera incerta do desenlace.
— Pe. Adroaldo Palaoro, SJ
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Em meio às mudanças e às transformações de nosso tempo, somos chamados, como seguidores, seguidoras, do Bom Pastor, a ser pessoas de interioridade. E interioridade é um caminho sempre inacabado.
— Pe. Adroaldo Palaoro, SJ
Jesus ressuscitado não criou algumas estruturas nas quais a nova comunidade pudesse se mover e se organizar. Ele despertou um dinamismo interno capaz de mobilizar a nova comunidade dos seus seguidores.
— Pe. Adroaldo Palaoro, SJ
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Jesus ressuscitado não criou algumas estruturas nas quais a nova comunidade pudesse se mover e se organizar. Ele despertou um dinamismo interno capaz de mobilizar a nova comunidade dos seus seguidores.
— Pe. Adroaldo Palaoro, SJ