Que fizemos com a Vinha do Senhor?
Na perspectiva bíblica, a vinha aparece sempre como aliada do ser humano; ela nos ensina a viver em harmonia com a água, com a terra e com todos os seres, numa relação de aliança.
— Pe. Adroaldo Palaoro, SJ
Na perspectiva bíblica, a vinha aparece sempre como aliada do ser humano; ela nos ensina a viver em harmonia com a água, com a terra e com todos os seres, numa relação de aliança.
— Pe. Adroaldo Palaoro, SJ
Lucas anima as comunidades cristãs de seu tempo para também tomar gosto pelo Evangelho, pelo anúncio e prática de Jesus, a se maravilhar e admirar a Boa Nova.
— Simone Furquim Guimarães
O texto do evangelho deste domingo nos convida a entrar no significado do “sim” e do “não” na vivência do seguimento e na nossa vida.
— Pe. Adroaldo Palaoro, SJ
A leitura do Evangelho hoje é Lc 8,4-15. Jesus está a “caminho”. E neste caminho, ensina a multidão e seus discípulos os mistérios do Reino de Deus por meio da “parábola do semeador”.
— Simone Furquim Guimarães
O evangelho deste domingo revela-se desconcertante, porque rompe o sistema vigente da retribuição dos méritos.
— Pe. Adroaldo Palaoro, SJ
A leitura de hoje é Lc 6,43-49. Jesus conta três parábolas: da árvore boa e ruim, do tesouro bom e ruim e do homem que constrói a casa sobre a rocha. Nestas parábolas há elementos comparativos para ensinar como deve ser e fazer o bom cristão: deve ser a árvore boa, os frutos bons, o bom tesouro e o bom construtor.
— Simone Furquim Guimarães
O perdão é um dom que abre para uma história nova. Ao se fazer oferta, o perdão se propõe abrir um novo caminho; ele evoca uma nova aliança.
— Pe. Adroaldo Palaoro, SJ
A leitura do Evangelho hoje é Lc 6,1-5. Jesus proclama uma Boa Nova: a vida é maior do que o Templo com suas normas.
— Simone Furquim Guimarães
O evangelho deste domingo faz parte do chamado discurso comunitário, onde Mateus recolhe os ensinamentos de Jesus a respeito das relações oblativas que devem reinar em sua comunidade.
— Pe. Adroaldo Palaoro, SJ
A Cruz de Jesus não permanece confinada em si mesma; ela se insere no interior da paixão dolorosa do mundo e seu sentido mais profundo reside em sua solidariedade para com todos os crucificados da história.
— Pe. Adroaldo Palaoro, SJ