Desatai o futuro!
No evangelho deste domingo, as duas pequenas parábolas insistem na atitude da vigilância.
— Pe. Adroaldo Palaoro, SJ
No evangelho deste domingo, as duas pequenas parábolas insistem na atitude da vigilância.
— Pe. Adroaldo Palaoro, SJ
Que aprendamos com o Evangelho a servir a Deus e não ao “Dinheiro”; aprendamos a viver a lógica do Reino: que é a partilha, a solidariedade, o amor com o próximo, a fraternidade…
— Simone Furquim Guimarães
À luz do Evangelho, somos chamados a ser “bem-aventurados da justiça” porque o Reino de Deus deve estar entre nós; deve florescer no coração de quem ama e luta pela justiça.
— Simone Furquim Guimarães
A leitura do Evangelho hoje é Mt 5,43-48. Na perspectiva da comunidade de Mateus, Jesus, assim como Moisés, está no alto da montanha, pregando sobre a Nova Justiça do Reino dos Céus.
— Simone Furquim Guimarães
Caminhamos juntos, acompanhados por Aquele que é o Caminho, o Peregrino por excelência.
— Pe. Adroaldo Palaoro, SJ
O evangelista narra o episódio trágico após a visita dos magos ao menino Jesus. José recebe a mensagem do anjo do Senhor de que Herodes irá matar Jesus, por isso deve fugir para o Egito. Não encontrando o menino, Herodes manda matar todas as crianças menores até dois anos de idade, em Belém e nos arredores.
— Simone Furquim Guimarães
O texto de hoje, os discípulos questionam porque Elias não foi precursor da vinda de Jesus, conforme os líderes religiosos propagavam? Então Jesus explica que não é a pessoa de Elias que volta, mas sim a profecia.
— Simone Furquim Guimarães
O Evangelho de hoje alerta a todos nós a sermos pastores, operários na missão cristã, pois a messe é grande e os operários são poucos.
— Simone Furquim Guimarães
O texto relata que Jesus caminhava pelo mar da Galiléia, aproximou-se dos pescadores, viu seus afazeres lançando e consertando redes e chamou-os para fazer parte de seu Seguimento. Segundo o evangelista, Simão Pedro, André, Tiago e João foram os primeiros discípulos (seguidores) de Jesus.
— Simone Furquim Guimarães
Neste tempo de profundas divisões e conflitos entre as pessoas, neste tempo de dor e de ódio, neste tempo de desesperança e solidão, as bem-aventuranças nos ajudam a semear sementes de alegria, de paz, de mansidão, de compaixão..., porque são a grande força que temos para transformar a Igreja e o mundo.
— Pe. Adroaldo Palaoro, SJ