Categoria: Padre Adroaldo Palaoro, SJ

A nobreza de ser morada da Trindade

Neste último domingo de Páscoa a liturgia, mais uma vez, nos faz ter acesso a um trecho do discurso de despedida de Jesus, no evangelho de São João. Na realidade, trata-se de um “discurso pascal”, onde o evangelista recolhe os dons principais revelados pelo Ressuscitado: vida, amor, paz, fé, Espírito Santo.

— Pe. Adroaldo Palaoro, SJ

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A escuta no “divino ofício do pastoreio”

A imagem do Bom Pastor está carregada de simbolismos interessantes, embora não tenha tanto impacto no contexto urbano em que vivemos, onde os valores da igualdade e democracia parecem estar em contradição com a imagem de rebanho conduzida por um Pastor. No entanto, para muitos, as imagens do “cercadinho” e a do “gado manipulado” parece não causar tanta estranheza.

— Pe. Adroaldo Palaoro, SJ

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Ressuscitado com chagas

O relato pascal deste domingo é chave para entender o sentido de todas as aparições do Ressuscitado aos seus amigos e amigas. Ele não tem a intenção de nos querer dizer o que “aconteceu”, mas transmitir-nos uma vivência, uma experiência.

— Pe. Adroaldo Palaoro, SJ

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O que o “Sábado Santo” nos ensina?

É Sábado e Jerusalém voltou à sua normalidade: nada mudou, ao menos aparentemente, na história. Silêncio gélido, desconcerto, frustração e indiferença cobrem a cidade santa como um manto de densa neblina.
Como seguidores(as) de Jesus vivemos nossos adventos, natais, quaresmas, páscoas e pentecostes; vivemos nossas sextas-feiras; é preciso aprender a viver o incômodo silêncio dos sábados santos.

— Pe. Adroaldo Palaoro, SJ

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Sua Cruz não era um “peso morto”

Jesus, o Justo e Santo, foi Aquele que não ficou indiferente diante da fome, da doença, da violência e da morte... Seu modo de ser, suas opções, sua liberdade diante da lei, da religião, do templo, seus encontros escandalosos com os pobres e excluídos..., desestabilizou tudo, pôs em crise as instituições e as pessoas encarregadas da religião.

— Pe. Adroaldo Palaoro, SJ

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Lava-pés: gesto-ensinamento-missão

No gesto do Lava-pés, Jesus, antes de sua Paixão e com sua original sabedoria, nos oferece uma outra perspectiva de vida. Sem dúvida alguma, Jesus como Mestre era um provocador, no sentido etimológico da palavra, (pro-vocar: chamar para frente, desinstalar), que motivava as pessoas a verem as coisas a partir de uma perspectiva diferente daquela que era habitual.

— Pe. Adroaldo Palaoro, SJ

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A Eucaristia “faz a comunidade”

Mais uma vez a liturgia nos convida a “fazer memória” desta Ceia tão especial. Jesus havia transitado por muitas refeições, participado de muitas mesas (especialmente com os pobres e pecadores) e agora Ele nos deixa uma “mesa” como “marca” dos seus seguidores. Mesa da partilha e da inclusão, mesa da festa e da comunhão.

— Pe. Adroaldo Palaoro, SJ

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