A despedida com rosto de ternura
Tomar o pão e o vinho da Eucaristia é fazer memória de uma presença que nos compromete.
[Terça-feira da Semana Santa]
— Pe. Adroaldo Palaoro, SJ
Tomar o pão e o vinho da Eucaristia é fazer memória de uma presença que nos compromete.
[Terça-feira da Semana Santa]
— Pe. Adroaldo Palaoro, SJ
As comunidades cristãs devem recordar que não são um lugar religioso onde se vive da Lei, mas um lar onde se aprende a viver de maneira nova em torno a Jesus.
[Segunda-feira da Semana Santa]
— Pe. Adroaldo Palaoro, SJ
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Nas celebrações da Semana Santa, muitas vezes corremos o risco de nos deter no secundário e esquecer o essencial. E o mais essencial é que as diversas celebrações nos aproximem e nos façam crescer na identificação com o protagonista principal: Jesus de Nazaré.
— Pe. Adroaldo Palaoro, SJ
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A cada dia, desde o Domingo de Ramos até o Domingo da Páscoa, são propostos pontos para a oração e textos de apoio especialmente preparados para acompanhar suas orações e meditações.
Seguir Jesus é entrar na esfera do divino, é deixar-nos conduzir pelo Espírito. Nossa vida só se reveste de pleno sentido quando se põe a serviço da Vida maior.
— Pe. Adroaldo Palaoro, SJ
Com suas palavras e ações, Jesus colocou em questão as verdades mais profundas de Nicodemos, aquelas certezas que o haviam configurado, aqueles pilares sobre os quais havia assentado, até então, sua vida e seu ensinamento da Lei.
— Pe. Adroaldo Palaoro, SJ
O simbólico ataque frontal ao Templo foi determinante para Jesus ser considerado como um subversivo e um blasfemo pelo sistema religioso e político de seu tempo.
— Pe. Adroaldo Palaoro, SJ
A Transfiguração não é algo externo, uma mudança de disfarces como no carnaval, mas é um abrir-se à realidade cotidiana e cair na conta de que a vida e a história estão cheias de sentido, de vida.
— Pe. Adroaldo Palaoro, SJ
O primeiro domingo da Quaresma nos conduz ao deserto; ali, na profunda solidão e silêncio, Jesus teve uma experiência fundante, que marcou profundamente sua vida, rompendo com a vida cotidiana anterior, em Nazaré.
— Pe. Adroaldo Palaoro, SJ
O gesto de receber as cinzas sobre nossas cabeças tem o sentido de uma mobilização para começarmos a caminhar em direção ao “centro de nosso ser”, conscientes de que este caminho nos humaniza e nos diviniza ao mesmo tempo.
— Pe. Adroaldo Palaoro, SJ
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